Perdido. Parado. Jogado ao tempo.
Na realidade, andando sem rumo.
Voltas e voltas, rodeando quarteirões
Pensando em coisas, que não penso
Em amores que só ferem o meu coração.
Coisas fúteis e imorais
Que os deixam com maculas,
Manchas e chagados
Mais voltas e voltas, caminhos infinitos
Sou uma pessoa ambígua
Sem destino, sem rumo, sem sentido
Não sei qual direção seguir
Para onde vou* o que quero sentir*
Quero apenas dar um grito!
Expressar o mais intimo do meu coração
Viver um grande amor
Quero ser amado, gostado
Querido e desejado
Penso nisso quando estou em movimento.
Depressivo, precisando de amigos.
Carente.
Voltas e voltas, eu dou.
Acho que vou enlouquecer.. Penso em tudo
Não paro nunca. Descartes me persegue
“Se penso, logo existo”
Se existo, logo penso
Não sei. Preciso de um hospício
Não sei se realmente penso.
Algo perturba o meu ser.
Faz-me andar... Sem rumo... Por aí
Rodeio quarteirões. Passo várias vezes pelas mesmas ruas
Maqueando corações
Voltas e voltas infinitas
Somente me movimento. O movimento.
Ando, ando sem parar
Não consigo parar
Parar de pensar.
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