domingo, 5 de junho de 2011

SEGUNDO DESABAFO

Dói...

Doeu bastante a tamancada que levei no meu braço direito

Dói muito mais ver a reação, dele...

Totalmente agressivo

Jogando as coisas na minha cara

E a minha mãe

Nunca fica do meu favor

Isso porque é a pessoa mais importante da minha vida

Ou acho que seja

Não sou o dono da razão e nem sempre estou certo

Mas naquele momento ela me pertencia.

Todos falam o dia todo.

Que não agüentam mais essa casa

Fico apenas calado. Por que*

Não suporto mais a minha vida

Tudo falha,

Nada dá certo,

Impressionante!

Tenho vontade de gritar bem alto: caralhô-ô-ô-ô!

Mas não posso

Devo conter lagrimas

Dizer que sou mais forte

Manter a fé.

Caso contrario, começam já os atentados!

Queria muito desaparecer ou morrer... É morrer...

Para você ver, nem para isso eu presto!

Nem pro dia da cirurgia, acontecer...

Um leve acidentezinho...

Só para ver a reação desse povinho

Que possui o meu sangue...

Sangue de merda...

Racinha do inferno...

Dói muito mais a maneira que sou excluído.

Por que não sou o filho ideal...

Sou um antigo boêmio dos tempos atuais,

Uma espécie de irmão que merecesse credito.

Nunca seria igual a eles

Ou eles são muito mais que eu imaginava

Por não ter um pai

Dá distancia dos amigos próximos

De ser incomunicável,

Idade que vem chegando,

Reclamo da falta de atenção

Que todos me dão

Oh, gente eu existo!

Notem-me!

Quero apenas ser notado

Talvez eu, os noto demais

Não merecem o valor e atenção

Da qual deposito.

Inspirado em um briga com meu irmão Maicon Mariano.

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