Dói...
Doeu bastante a tamancada que levei no meu braço direito
Dói muito mais ver a reação, dele...
Totalmente agressivo
Jogando as coisas na minha cara
E a minha mãe
Nunca fica do meu favor
Isso porque é a pessoa mais importante da minha vida
Ou acho que seja
Não sou o dono da razão e nem sempre estou certo
Mas naquele momento ela me pertencia.
Todos falam o dia todo.
Que não agüentam mais essa casa
Fico apenas calado. Por que*
Não suporto mais a minha vida
Tudo falha,
Nada dá certo,
Impressionante!
Tenho vontade de gritar bem alto: caralhô-ô-ô-ô!
Mas não posso
Devo conter lagrimas
Dizer que sou mais forte
Manter a fé.
Caso contrario, começam já os atentados!
Queria muito desaparecer ou morrer... É morrer...
Para você ver, nem para isso eu presto!
Nem pro dia da cirurgia, acontecer...
Um leve acidentezinho...
Só para ver a reação desse povinho
Que possui o meu sangue...
Sangue de merda...
Racinha do inferno...
Dói muito mais a maneira que sou excluído.
Por que não sou o filho ideal...
Sou um antigo boêmio dos tempos atuais,
Uma espécie de irmão que merecesse credito.
Nunca seria igual a eles
Ou eles são muito mais que eu imaginava
Por não ter um pai
Dá distancia dos amigos próximos
De ser incomunicável,
Idade que vem chegando,
Reclamo da falta de atenção
Que todos me dão
Oh, gente eu existo!
Notem-me!
Quero apenas ser notado
Talvez eu, os noto demais
Não merecem o valor e atenção
Da qual deposito.
Inspirado em um briga com meu irmão Maicon Mariano.
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