segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Outra vez, vejo, no olhar...

Outra vez, vejo, no olhar...

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Sei que ainda não ficarei,
Anseio por esse dia
Onde já não aja dúvidas e incertezas,
De minha parte , não! Deles.
É ao Senhor que hoje devo obedecer
E a eles, se o Senhor, um dia me permitir, outra vez.
Outra vez, vejo, no olhar, um distanciamento
Alguns me evitam, já não sou novidade.
E o convento gosta de novidades.
Outra vez, vejo, no olhar, que ainda não
Não é desta vez! Falta alguma coisa!
Eu sei o que falta!
Lutei pouco, me dediquei pouco. Sofri, pouco!
E o Senhor quer mais de mim. Eu temo!
Outra vez, vejo, no olhar, que momentaneamente,
Essa família não terei.
Que talvez não faça parte diretamente dessa família.
Não me veem! E eu não me sinto pertença!
Hoje, não como da primeira vez.
Falta a verdade sincera dos sentimentos mais puros.
Outra vez, vejo, no olhar o tempo inerte da vida.

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