quarta-feira, 14 de novembro de 2018

AMOR?

Que espécie de amor é esse?
Que se fecha numa complacência mórbida de si mesmo. De modos singularizados. Isso pode ser tudo, menos amor, é muito mais vaidade do que qualquer outro tipo de sentimento.
Dizer que ama, todos dizem, nesta esfera sentimental a ação, as atitudes e a vivacidade de cada ato resvala na própria ideia individualizada do sentimento. É um sentimento de mão dupla, de troca, onde um tem que estar disposto a se entregar pelo o outro, no entanto, pergunto se entregar até onde? Quanto? Como? Até que ponto? São diálogos pautados com frequência em relacionamentos. O limite do amor se limita em amar. E amar abarca inúmeros sentimentos e sensações que transmutam a nossa percepção humana. Amar não tem limite, é ilimitado na sua essência. Incomparável a qualquer outro tipo de sentimento, ele é grande na sua composição e dimensão, na sua estatura e largura, na sua especialidade e surrealidade. É um sentimento de caráter simbiótico, caso não seja assim, não se engane não é amor.



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